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Avaliação do Usuário

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Por Enrico De Vettori*

O ano de 2017 prossegue, enquanto o setor de prestação de serviços de saúde, especialmente no ramo hospitalar, se vê, mais uma vez, atado a antigas discussões. Destacam-se, nesse contexto, algumas questões. Como garantir a sustentabilidade e a qualidade na oferta de atendimento atuando cada vez mais pressionado pela alta dos custos? O que fazer para lidar com o achatamento das receitas diante da grave crise econômica pela qual passa o Brasil? Como fica a tensão imposta pela necessidade de se atender um número geralmente crescente de pessoas que buscam não depender dos serviços públicos? E de que maneira é possível responder ao desafio de acompanhar a frenética evolução tecnológica, que traz impactos significativos sobre os investimentos, por um lado, e sobre as expectativas de resultados e de qualidade de atendimento exigidos pelas pessoas que contratam esses serviços, por outro?

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Assim como o desenvolvimento de equipamentos cada vez mais avançados, o know-how e o domínio de técnicas apresentam-se como grandes diferenciais no tratamento oncológico. Exemplo disto é a aplicação da técnica de “hipofracionamento" da radioterapia no combate ao câncer de próstata. Trata-se de um protocolo terapêutico capaz de reduzir o número de sessões de radioterapia pela metade. No Brasil, o Hospital do Câncer Mãe de Deus é pioneiro em adotar a prática como rotina para todos os pacientes acometidos pela doença, explica Dr. Fernando Obst, médico radio-oncologista e coordenador do setor.