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Carlos Goulart, presidente-executivo da ABIMED (Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde), ressalta na entrevista a seguir os projetos vindouros da instituição e o impacto das suas atividades no setor médico-hospitalar. Além disso, Goulart aponta os principais desafios no cenário atual do segmento, bem como reforça a contratação da advogada Claudia Scarpim para a Diretoria de Relações Institucionais, entre outras questões.
Confira!

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Na entrevista a seguir, Nicolas Toth Jr., presidente da Healthways, provedora de programas de gestão em saúde e bem-estar, expõe o seu ponto de vista sobre o HIMSS@Hospitalar, fórum internacional de Digital Healthcare que trouxe para a Hospitalar o que há de mais inovador em debate na área de tecnologia da saúde no mundo. Além disso, o presidente destaca o atual cenário tecnológico no país e como a Healthways está contribuindo para o progresso de inteligências no atendimento médico-hospitalar por meio do fomento a associação de novas tecnologias puramente brasileiras às suas atividades, atuando como um grande agregador de dinamismo e de perspectivas de inovação ao mercado brasileiro. Confira!

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Uma tecnologia que promete maior rapidez e eficácia nos diagnósticos de câncer pode reduzir os efeitos colaterais da radioterapia. É o que apostam a Microsoft e o grupo Oncoclínicas, especializado em oncologia, que desenvolvem, em parceria, sistemas que devem agilizar os tratamento de radioterapia e também na quimioterapia no Brasil. 

O diagnóstico do câncer é um processo que passa por muitas etapas. Após a bateria de exames necessária para detectar o tumor, o médico precisa observar níveis de certas substâncias no organismo que ajudam a identificar a doença. Ao avaliar a dosagem, ele fará um cálculo para determinar o limite para os índices — chamados “pontos de corte” — e reconhecer se o tumor representa um câncer. A definição do corte é o que determina a dosagem da medicação utilizada no tratamento

A tecnologia prometida pelas empresas para o auxílio à radioterapia deve acelerar a definição do ponto de corte: a máquina analisará os exames e fará os cálculos em três minutos; atualmente, o processo demanda 40 minutos de um especialista.

— Isso elimina qualquer potencial erro humano — disse Carlos Andrade, médico oncologista e diretor da Oncoclínicas, rede de clínicas particulares que trata pacientes com a doença.

Andrade acredita que cálculos feitos pela máquina podem “prevenir da melhor forma os efeitos colaterais” e garantir o efeito dos remédios apenas sobre a região que necessita de tratamento, protegendo outros órgãos que seriam afetados pela medicação.

O sistema no campo da quimioterapia atuará de outra forma: ao invés de focar na identificação do câncer, deve sugerir terapias aos casos já diagnosticados com base em tratamentos anteriores. Para aprimorar a máquina, a parceria foi estendida ao Centro de Estudos Sociedade e Tecnologia da Universidade de São Paulo (CEST/USP), que estudará quais são as melhores tecnologias para viabilizar o projeto.

— Queremos trabalhar a diversidade da terapia para um mesmo diagnóstico. Todos já fomos pacientes em um hospital e sabemos que é importante consultar uma segunda opinião — explicou o professor Luiz Natal, coordenador do projeto.

O sistema consiste em um banco de dados onde os médicos podem consultar a melhor forma de tratamento para determinado câncer a partir de outros casos registrados. O software será alimentado com pesquisas públicas e informações fornecidas por clínicas parceiras, embora a Microsoft garanta que não ocorrerá violação de sigilo dos pacientes.

— A nossa ideia é aproveitar os dados que a Oncoclínicas têm e juntar com protocolos disponíveis publicamente para criar correlações em determinados pacientes e formas de tratamento — declarou Fabio Scopeta, diretor de Transformação Digital da Microsoft na América Latina.

Sem substituições

As tecnologias foram pensadas para auxiliar os médicos e não para substituí-los, segundo Carlos Andrade.

— Ter um robô fazendo cirurgia não faz com que ele ocupe o lugar do médico. Ele só faz algumas tarefas de forma mais rápida e precisa do que um cirurgião poderia fazer a com a mão — explicou.

O professor Luiz Natal defendeu que o software pode fornecer aos hospitais uma oportunidade de suporte ao trabalho de pesquisa sem substituir o diagnóstico feito por um profissional da área.

— Você tem uma base de conhecimento gerada por experiências anteriores e que lança uma probabilidade. Mas a última opinião sempre é do médico especialista.

O projeto para a radioterapia está em fase de testes desde junho apenas em clínicas do Rio de Janeiro - atualmente, a Oncoclínicas atua em dez estados brasileiros. A expectativa é que possa ser utilizado pelos médicos ainda este ano. Já o sistema voltado para o tratamento quimioterápico se encontra em “fase embrionária”, segundo o professor da USP. As pesquisas coordenadas pela universidade tiveram início em julho, sem uma previsão de entrega do projeto. A Microsoft, por sua vez, acredita que conseguirá lançá-lo em “meados de 2019.”

Fonte: Pequenas empresas e grandes negócios

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A InterSystems  anuncia os resultados de um novo estudo sobre o impacto de desafios no gerenciamento de dados sobre a economia digital. O estudo, conduzido pelo IDC (Internet Data Group) e patrocinado pela InterSystems, revelou que organizações que utilizam tecnologias de extração, transferência e armazenamento (ETL, na sigla em inglês), e Captura de Dados Modificados (CDC, na sigla em inglês), estão lutando para acompanhar a demanda atual de análise de dados em tempo real, afetando negativamente as oportunidades de negócios e eficiência.

O estudo destaca ainda a crescente necessidade por uma análise de dados em tempo real confiável nas organizações empresariais, com mais  de 75% dos entrevistados que acreditam ter perdido oportunidades de negócios por conta de dados atrasados e 27% alegaram que isto afeta negativamente a produtividade e a agilidade dentro das empresas. Dados tardios também estão atrasando o ritmo do negócio, com 54% dos entrevistados indicando limites de eficiência operacional.

Olhando para onde os dados estão perdendo relevância, a pesquisa revelou que dois terços dos dados transmitidos via ETL estavam, ao menos, cinco dias atrasados em relação ao tempo que chegou à um  banco analítico. Quando se trata do sistema CDC, uma tecnologia de replicação de dados em tempo real, o estudo revela que demora, em média, 10 minutos ou mais para mover aproximadamente 65% dos dados para a análise do banco de dados. Isso se mostra problemático para a maioria das organizações,  já que tomar  decisões baseadas em dados em tempo real  requerem a capacidade de combinar consultas analíticas, para transações em tempo real.

A pesquisa também descobriu que as organizações consideram importantes todos os novos tipos de dados, tornando mais alarmante o fato de que eles não estejam encontrando o caminho para os bancos de dados analíticos, onde possam impactar o negócio de forma mais imediata. De fato, dados relacionais, IoT, transmissão de dados de fontes externas, dados de sensores, gráficos, valores-chave, vídeo/áudio/imagem, objeto, documentos JSON e dados geoespaciais, foram todos considerados “muito importantes” pelas 502 organizações consultadas em diversos países, como Austrália, Brasil, China, Alemanha, Japão, Reino Unido e Estados Unidos.

“À medida que as organizações procuram competir e acelerar a inovação, este estudo destaca a importância do processamento simultâneo das transações, e da análise de dados em tempo real para melhorar a experiência do cliente, a produtividade, as operações e muito mais”, afirma Paul Grabscheid, vice-presidente da InterSystems. “A InterSystems trabalha diretamente com organizações em todo o mundo para reduzir a complexidade do gerenciamento de dados, permitir análises de dados em tempo real e também insights no momento em que são tomadas de decisões críticas, acelerando a inovação e gerando melhores resultados nas empresas.”

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“A medicina não sobreviverá ao velho método do médico de família, mas terá que se adaptar”. A afirmação é do desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, Diaulas Costa Ribeiro, proferida durante a mesa redonda “Panorama atual das mídias sociais e aplicativos na medicina contemporânea”. Para ele, as novas tecnologias trazem desafios que precisam ser colocados em perspectiva para garantir a ética e o sigilo.

“Possivelmente vamos chegar a uma medicina sem gosto, distanciada, mas que também funciona. Talvez este não seja o fim, mas um recomeço”, ponderou Ribeiro. Segundo o desembargador, antes de gerar um novo modelo de atendimento médico, o “dr. Google” – termo que utilizou para indicar as buscas por informações médicas na internet – gerou um novo tipo de paciente, que passou a conhecer mais sobre as doenças e, por isso, exige um novo relacionamento com seu médico.

Ao apresentar o que classificou de “angústias de um juiz”, Diaulas Ribeiro reforçou a necessidade de se rediscutir questões como o uso da internet nessa relação médico-paciente e a segurança do sigilo médico neste cenário. “Precisamos refletir sobre algumas questões importantes. Quem guardará o sigilo? Ou não haverá sigilo? O sigilo médico será mantido ou valerá o direito público à informação? Os conflitos serão reinventados ou serão os mesmos? A solução para os problemas será a de sempre?”, indagou.

Ética médica – Na perspectiva do médico legista e professor da Universidade de Brasília (UnB), Malthus Galvão, embora acredite que algumas mudanças serão inevitáveis e necessárias, é preciso defender os princípios fundamentais instituídos pelo Código de Ética Médica (CEM). “Compete ao médico aprimorar continuamente seus conhecimentos e usar o melhor do progresso científico em benefício do paciente”, citou, em referência ao quinto princípio do CEM.

“As novas mídias devem ser entendidas como um sistema de interação social, de compartilhamento e criação colaborativa de informação nos mais diversos formatos e não podemos perder essa oportunidade”, destacou. Ele lembra, por exemplo, que desde a Resolução CFM 1.643/2002, que define e disciplina a prestação de serviços através da Telemedicina, alguns avanços colaborativos já foram possíveis. Ressaltou, no entanto, que o artigo 114 do CEM veda ao médico “consultar, diagnosticar ou prescrever por qualquer meio de comunicação de massa”.

Galvão apresentou ainda preceitos da Resolução CFM 1.974/2011 e também da Lei do Ato Médico (12.842/2013) e chamou a atenção para alguns cuidados que o médico deve ter ao divulgar conteúdo de forma sensacionalista. “Segundo o CEM, é vedada a divulgação de informação sobre assunto médico de forma sensacionalista, promocional ou de conteúdo inverídico. A internet deve ser usada como um instrumento de promoção da saúde e orientação à população”, reforçou.

Fonte: Conselho Federal de Medicina
Data: 04/08/2017 

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O Hospital Sírio-Libanês inaugurou o primeiro sistema de coleta pneumática em um hospital da América Latina. A tecnologia é constituída por dois sistemas de dutos, um deles responsável pelo transporte exclusivo de roupas hospitalares utilizadas e outro por resíduos sólidos não infectantes.

A solução permite que um dos sistemas encaminhe as roupas usadas até o setor em que esteiras automatizadas alimentam os carros de roupa, para o posterior envio às lavanderias. Em um outro conjunto de dutos, os resíduos são transportados automaticamente até as centrais de coleta, onde são colocados em contêineres hermeticamente fechados, para envio a um aterro sanitário. Nos dois casos, a coleta pneumática reduz o tempo gasto e a utilização de elevadores e carrinhos pelos corredores, proporcionando maior produtividade e ambientes mais limpos. Após o descarte, feito em cada andar do hospital, um computador central organiza toda a operação.

O sistema instalado no Hospital Sírio-Libanês faz a coleta diária de 7 toneladas da lavanderia e 8 toneladas de resíduos. Ao todo são 112 pontos de descarte, distribuídos por 20 andares, recolhendo resíduos e roupas que percorrerão aproximadamente 790 metros lineares de dutos, até a estação localizada no subsolo.

“A adoção da coleta pneumática está alinhada às políticas adotadas pelo Hospital Sírio-Libanês em relação à qualidade da assistência, à segurança dos pacientes e à sustentabilidade. A decisão de utilizar o sistema, tomada no início da expansão de nossa estrutura, foi um dos fatores que contribuíram para a certificação Green Building Gold obtida pelas novas torres. Trata-se de uma grande novidade na área hospitalar no Brasil, com benefícios importantes para o funcionamento de nossa instituição”, explica o CEO do Hospital Sírio-Libanês, Dr. Paulo Chapchap.

Fonte: Saúde Business